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Thor: Amor e Trovão com certeza tem muitas cenas incríveis e inesperadas, mas uma das coisas que chamam bastante atenção nesse filme está além da trama. Os músculos de Chris Hemsworth, embora sempre elogiados em qualquer filme da Marvel, dessa vez superaram qualquer expectativa.

Taika Waititi, diretor e co-roteirista, garante que é tudo natural em matéria do USA Today, “É bizarro o quanto Chris ficou grande pra isso. Ele já é enorme, mas quando eu vi os braços dele, estavam duas vezes maiores que o normal, do tamanho da minha cabeça. Treinadores e tal estão me perguntando, ‘Como ele faz isso?’, Mas é tudo natural.”

Hemsworth atribui o tamanho dos seus músculos ao tédio do lockdown durante a Pandemia de COVID-19, “Veio do tédio, ficar sentado no lockdown de COVID era tipo uma prisão,” diz Chris cuja rotina incluía nadar, artes marciais, levantamento de peso e 6.000 calorias por dia para atingir a maravilha asgardiana. “Era treinar, comer, treinar, comer. Nada mais pra fazer. Então eu fiquei maior do que nunca pra esse filme.”



Mas nem todo mundo gostou, como a esposa de Hemsworth, Elsa Pataky, “Minha esposa falou tipo, ‘Bleh, é demais,'” Diz Hemsworth. “Tiveram muitos amigos homens meus que ficaram tipo, ‘Isso!’ mas muitas das minhas amigas mulheres e família foram tipo, ‘Cruzes.'”

Apesar de incrível, o físico de Thor: Amor e Trovão acabou sendo um tiro no pé para Hemsworth, que viu no que tinha se metido quando um amigo comentou que ele ainda teria que manter aquele físico por toda a gravação.

“Eu fiquei tipo, ‘Ah, éeeeee, você ta certo. Uma coisa foi comer e treinar aquilo tudo e depois dormir o dia todo. Fazer isso e filmar por 12 horas foi diferente. Foi horrível. Não farei de novo. Eles podem me dar um traje musculoso chique da próxima fez. Cansei.”



Atenção!
Este post contém spoilers de Thor: Amor e Trovão.


Se você já assistiu Thor: Amor e Trovão sabe que o filme é abarrotado de crianças mas, dentre elas, uma se destaca mais: a filha do vilão Gorr, interpretada por India Hemsworth, filha mais velha de Chris Hemsworth, de 10 anos. No entanto, essa não era a ideia desde o início. Com o tempo, a história foi evoluindo e mudando, e o papel da Filha, expandido.

Quando a oportunidade para India interpretar a filha de Gorr apareceu, Hemsworth na verdade fez uma fita de audição com ela, “Ela era muito boa. Ela é uma criança muito ativa e muito inteligente e muito confiante, sabe, como você imagina que só as crianças de Chris pode ser.”, disse Taika Waititi ao Marvel.com.

Hemsworth chegou a sugerir que seria legal contracenar com ela, sem saber em como o personagem iria evoluir. “Só pareceu um jeito muito legal de finalizar o filme com Chris e sua filha e isso sendo o Amor e Trovão,” Waititi explica.

Ao falar sobre como foi dividir a tela com sua filha, Hemsworth ri, “Foi igual quando estou em casa, tentando dizer a ela pra fazer alguma coisa, ela fica tipo, ‘Pfft, não, vou fazer do meu jeito.’ E boa sorte pra ela, parabéns pra ela, porque ela fez um ótimo trabalho.”

Porém, Chris admite que ficou “nervoso” por ela durante o processo, mas segurou esses sentimentos porque ele podia ver que India estava se divertindo – no fim do dia, não é isso que qualquer pai quer?

Como um pai nas telonas, Christian Bale acha que India fez um “trabalho maravilhoso”, acrescentando que ele ficou impressionado com a estrelinha – especialmente considerando algumas coisas que ela teve que fazer para interagir com Gorr.

“Nós tivemos algumas cenas em que, sabe, pode ficar bem triste,” Ele relembra. “Eu lembro da coitadinha em um ponto, eu estava fazendo a cena, e então eu tinha que segurar ela, e lágrimas caíram. Eu acho que uma delas atingiu ela no rosto, e ela ficou tipo ‘Oooh não’. Eu olhei, e ela como se fosse vomitar. e eu não a culpo, coitadinha. Mas ela foi absolutamente magnífica.”

Hemsworth lembra de outro momento quando India tinha que beijar Gorr, e ela não estava muito empolgada com isso. “Ela tinha que beijar Gorr no topo da cabeça [ e ela não queria]. Ela disse, ‘Não, a cabeça dele está toda grudenta,’ porque ele tinha as próteses de maquiagem e tal. Então ela beijou e fez tipo, alguns centímetros longe da cabeça dele. Eu falei tipo, ‘você não poder usar aquilo!” Christian estava rindo, nós estávamos rindo, foi ótimo.”

Como Bale nota, Hemsworth estava sempre por perto quando ela estava filmando, tendo certeza que de que ela estava bem. “Chris foi um pai maravilhosamente atencioso, sempre por perto o tempo todo, só fora da câmera vendo se ela estava bem, me dando joinhas, eu dando joinha pra ele, checando. Foi adorável vê-los juntos. Ele meio que deixou ela ir, e ela fez isso sozinha.”

Hemsworth acha que essa entrada na atuação pode ter sido coisa de uma vez só, mas o futuro está aberto às possibilidades. De qualquer forma, ele adora que sua família pôde participar da sua última aventura, e India fez parte disso.



Thor: Amor e Trovão acompanha Thor na busca pela paz e autoconhecimento, uma busca que é interrompida por Gorr – o Carniceiro dos Deuses – e sua ameaça de matar todas as divindades do universo. Para detê-lo, Thor se junto à Valquíria, Korg e a ex-namorada Jane Foster, que não só empunha o Mjölnir como também o coração de Thor.


O quarto filme do Deus do Trovão cumpre o que prometeu nos trailers e campanha de divulgação. Assim como Taika Waititi – diretor e co-roteirista – categorizou: É uma comédia romântica. Um sopro refrescante no universo já um tanto saturado dos super-heróis, onde novas abordagens do tema são muito bem-vindas, embora as vezes pareçam absurdas. Aqui claramente não existia “ideia ruim”, assim como limites para Waititi.


Dando continuidade aos eventos de “Vingadores: Ultimato” e à superação da depressão de Thor, “Amor e Trovão” é mais introspectivo que seu antecessor “Thor: Ragnarok”, tendo momentos mais densos e emotivos e tratando assuntos delicados com a seriedade que eles merecem. Claro, o humor debochado e muitas vezes ridículo – brincando com o próprio gênero – ainda estão lá, mas dessa vez nos aprofundamos mais nos sentimentos e em quem é o Thor para além do Deus do Trovão e herói.

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Porém, se “Amor e Trovão” herda coisas boas de “Ragnarok”, também herda alguns pontos fracos, como os primeiros 30 minutos do filme que são corridos e acabam se atropelando, sem dar muito tempo para o expectador absorver os acontecimentos. Essa correria é ainda mais latente na introdução de Gorr, que é curta e muito explicativa, embora suas motivações ainda sejam muito reais e palpáveis, o que gera empatia do expectador para com o vilão e não o reduz a “ser mau”.


Quando se fala de Gorr, é impossível não destacar a atuação de Christian Bale. Embora o vilão tenha sido o que mais sofreu adaptações em relação a sua versão original dos quadrinhos, Bale consegue trazer nuances ao personagem com sua postura, trejeitos e forma de falar que causam arrepios e talvez pesadelos nas crianças. A forma humanizada do personagem, diferente da original mais alienígena, deixa tudo mais sinistro. Um verdadeiro monge amaldiçoado que, com suas sombras, seu desejo por vingança e seu ódio, serve de contraponto para as cores e o amor entre os personagens principais.

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E o amor aqui aparece das mais variadas formas, seja ele romântico ou fraterno. É ótimo acompanhar a relação de Jane e Valquíria que formam uma dupla quase tão boa como Jane e Thor. Natalie Portman realmente consegue recuperar o baque sofrido dos dois primeiros filmes e faz Jane se tornar uma personagem interessante, forte e que muitos vão se identificar em vários níveis. Sua determinação é imensa e seu bom humor também. Sem falar nos novos poderes e nas formas inovadoras que o filme encontra de usar o martelo já manjado dos outros filmes.


Chris Hemsworth (Thor) e Tessa Thompson (Valquíria), continuam o bom trabalho iniciado em Ragnarok. Apesar da Poderosa Thor de Jane ser a grande novidade, Thor não é ofuscado e consegue se destacar principalmente nas cenas de luta – que são muito bem coreografadas e bonitas – e em seus conflitos internos, além de reforçar que não é somente o “deus dos martelos”. Aqui vemos ainda mais camadas de Thor que sequer esperávamos. Valquíria, no entanto, poderia ter sido ainda mais explorada e as vezes perde um pouco a autoridade de Rei para Thor, sendo mais um personagem de suporte. No fim das contas, Thor e Jane lideram o filme, como esperado.


Apesar do filme “esquecer” algumas vezes que ainda é um filme de herói e deixar o fator “consequência” um pouco de lado em meio a sua loucura, “Thor: Amor e Trovão” é um bom filme! Uma farofa harmonizada que te fará rir, mas também vai encher seus olhos de lágrimas e te lembrar que, por mais piegas que possa parecer, todos precisam de amor.


Meu conselho? Assista esse filme de coração aberto, não leve tudo tão a sério e permita-se sentir!


Nota: 8/10

Thor: Amor e Trovão chega aos cinemas brasileiros dia 07 de Julho.



Depois da pré-venda dos ingressos de Thor: Amor e Trovão abrir os EUA, agora é a vez do Brasil! Segundo o Ingresso.com, a Disney avisou na última sexta-feira que a pré-venda no nosso país começa dia 23/06, próxima quinta-feira, ainda sem horário exato.

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Thor: Amor e Trovão chega aos cinemas brasileiros dia 07/07 e acompanha Thor em uma jornada de autoconhecimento pelo cosmos, que é interrompida pela ameaça de Gorr, o Carniceiro dos Deuses. Junto com a Poderosa Thor (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson) e Korg (Taika Waititi), Thor tentará colocar um fim nos planos de Gorr de eliminar todos os deuses do universo.



Thor: Amor e Trovão está a menos de 1 mês de distância e já podemos sentir a eletricidade no ar. Mas enquanto o filme (do ano) não chega, Chris Hemsworth conversou com a Disney e nos deu suas percepções sobre o quarto filme do Deus do Trovão. Confira a tradução livre na íntegra:


O que você pensa sobre fazer outro filme do Thor?

C: Tinha muita pressão nisso. Nós realmente elevamos o nível com “Thor: Ragnarok” e tem uma grande expectativa com o que faremos a seguir. Thor é o primeiro personagem do MCU a ter um quarto filme, então eu queria fazer algo diferente. Eu quero sempre fazer melhor com esse personagem. Ter a oportunidade de fazer outro filme é simplesmente maravilhoso.


Você gostou de trabalhar com Taika Waititi de novo?

C: Ah, com certeza. Quero dizer, ele é tipo uma criança grande, um tipo de criança gênio. Sua imaginação é inigualável. Ele é fascinado por novas ideias e vai se jogar em algo que o faça rir. Nunca tem um dia de tédio, e eu simplesmente amo trabalhar com ele. Desde a primeira vez que trabalhamos juntos, eu sabia que tinha uma coisa boa. É sobre fazer algo novo e não ficar preso em um caminho só. Nós nos tornamos grandes amigos e certamente isso é uma grande vantagem quando se está trabalhando junto porque você pode simplesmente chamar um ao outro e ir direto ao ponto.


Essa é uma direção diferente para a franquia de Thor?

C: “Thor: Ragnarok” foi obviamente uma grande mudança pra nós e realmente nos colocou em outro lugar. Entrando em “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, eu estava inflexível sobre me agarrar a essa versão do Thor. Taika e eu tivemos a oportunidade de expandir isso. Natalie Portman está de volta e nós temos Christian Bale, Russel Crowe e, claro, Tessa Thompson. Começando com “Thor: Ragnarok” foi de partir o coração mas agora, Taika está levando na direção de uma comédia romântica, o que eu acho que é muito único para o gênero de Super Heróis.


Como Thor está se sentindo depois dos eventos de “Vingadores: Ultimato”?

C: Em “Vingadores: Ultimato”, nós vemos uma versão muito confusa, perdido de Thor. Eles certamente está melhor no final do filme do que no começo, mas ele ainda não sabe realmente quem ele é ou qual seu lugar no universo. E ele decide que precisa pesquisar e tomar algum tempo pra ele mesmo.


Você pode explicar o retorno de Jane Foster?

C: Mjölnir volta e escolhe ela, e ela se torna a Poderosa Thor. Jane quer tirar o maior proveito disso e sai em uma aventura e salva pessoas. Ela quer fazer aparte dela e de forma muito altruísta vai em frente nessa jornada com Thor e o time.

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Foi divertido se reunir com Natalie Portman nesse filme?

C: Natalie estava muito entusiasmada e pronta pra qualquer coisa colaborativa, com um ótimo senso de humor. Essa é uma direção muito diferente pra personagem, então foi como um renascimento. Ela estava afim. Foi muito divertido.


O que você pode dizer sobre Gorr, o Carniceiro dos Deuses?

C: Tem muito drama e insanidade ao redor de Gorr, mas Christian Bale conseguiu trazer o foco certo em cada momento. Você não consegue tirar os olhos dele. O personagem é fascinante, porque como todo bom vilão, Gorr tem um ponto. Ele pode não estar fazendo as coisas certas, mas tem empatia no roteiro e Christian trouxe muito mais camadas e muito mais profundidade a Gorr.

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Como foi trabalhar se opondo a Christian Bale?

C: Ah, cara. Ele é só muito talentoso. Eu trabalhei com tanta gente. Fui muito sortudo de trabalhar com tantos artistas brilhantes. De vez em quando, alguém só… É tipo um tapa na cara. Ele acrescentou tantas camadas e profundidade a esse personagem. Me fez pensar ainda mais sobre o ponto de vista do Thor, e não sendo simples como o vilão e o herói.


O que está rolando com a personagem de Tessa Thompson, Valquíria?

C: Quando vemos a Valquíria pela primeira vez nesse filme, ela é Rei de Nova Asgard. Mas ela está basicamente num papel administrativo, assinando documentos e cortando faixas [de inauguração], que não é onde ela quer estar. Ela é uma guerreira de coração e tem muita fome e desejo de voltar para o campo de batalha. Quando a oportunidade aparece, não tem como impedi-la – Ela está no barco. Tessa é fantástica. Nós fizemos alguns filmes dentro e fora desse mundo, e eu amo trabalhar com ela.


O que você acha de Russel Crowe interpretando Zeus?

C: Eu nunca achei que eu veria o dia que Russel na tela com referências a imagem de “Gladiador”, ainda com uma piscadinha – totalmente autodepreciativo. Ele não se contém. Eu sou um grande fã. Eu tenho sido desde que comecei a atuar. Tem tanto peso e uma seriedade em suas performances e nele, como um indivíduo, de longe. Mas conhecendo ele, ele tem um ótimo senso de humor e fez tudo que o Taika pedia no set, o que era incrível. E foi muito divertido brincar com a mitologia, indo da mitologia Nórdica à Grega – Taika junta todos esses mundos.


Como são as viagens de Thor com os Guardiões da Galáxia e como é trabalhar com esse grupo?

C: Thor vai embora com o Guardiões [no fim de “Vingadores: Ultimato”] e – muito pro desconforto e irritação deles – se coloca firme no centro do esquadrão deles e tenta ditar como as coisas devem funcionar. Ele se vê como o líder e isso causa algum atrito com o grupo. Trabalhar com eles é ótimo. Uma das coisas mais engraçadas foi interagir com os Guardiões nos filmes dos Vingadores. É um ritmo completamente diferente com esse grupo, muita improvisação, o que é muito como trabalhamos em “Thor: Ragnarok.” Eles tem um tipo de humor, uma loucura, que parece se encaixar com meu cérebro e do Taika, então é legal.

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Você pode me contar sobre o visual do Thor nesse filme?

C: Nós decidimos dar a ele um cabelo grande de novo. Os uniformes são insanos. Eu tenho mais troca de roupas nesse do que eu tive nos últimos seis filmes juntos. Thor está meio que procurando sua identidade e isso é representado em seu guarda-roupa. A estética dos uniformes e do set combinam com a energia do filme – Elas são outra cor na pintura.


Como você se preparou fisicamente para o filme?

C: Foi particularmente difícil porque o peso final que almejamos estava bem além do que eu já tinha feito antes. Esse foi provavelmente o maior e mais em forma que já fiquei. Nós tivemos 12 meses que estava em casa apenas treinando e manipulando o corpo. Nós tentamos mais nado, depois mais artes marciais, e ajustamos calorias. Foi uma exploração divertida. Eu fiquei muito grande e em forma, mas então tive que segurar isso por quatro meses, que foi muito difícil.


Thor: Amor e Trovão chega aos cinemas brasileiro dia 07 de Julho.
Os ingressos começam a ser vendidos a partir do dia 13 de Junho.




Desde que foi anunciado que Natalie Portman voltaria para o MCU como a Poderosa Thor na Comic Con, algumas perguntas surgiram na cabeça dos fãs baseadas na história original de Jason Aaron: Natalie Portman iria substituir Chris Hemsworth no futuro do Universo Cinematográfico da Marvel? Thor ficará indigno? Quão fiel o arco da Poderosa Thor será às HQs?

No último volume da Total Film, Taika Waititi comentou a respeito:

“Nós ficamos bem próximos da história da Jane, e o que aconteceu com a Jane… Porque aquilo foi uma grande influência para o filme. Nós estamos tentando tirar as melhores partes daquilo.”, comentou Waititi.

“E também, é muito divertido, a ideia de que Thor conseguiu o Stormbreaker, aquele machado grande, e agora o martelo dele está de volta e nas mãos de outra pessoa. Não é mais o martelo dele. É a ideia de alguém estar tomando seu lugar. Eu acho que muitos fãs vão potencialmente assumir, ‘Oh, ok, essa é a passagem do bastão’… Eu não vou privar nenhum plano que a Marvel possa ter pro futuro, mas eu não acho que esse seja o caso.”

Thor: Amor e Trovão estreia dia 7 de Julho nos cinemas brasileiros.



Algumas vezes a espera vale a pena. Nesta última segunda-feira (23) a Marvel lançou o primeiro trailer completo de Thor: Amor e Trovão, o quarto filme da trilogia do Deus do Trovão. Desta vez, mais detalhes da trama foram revelados como uma olhada mais de perto em Russell Crowe como Zeus e, finalmente, Christian Bale como Gorr!




Ainda na segunda-feira também foi divulgado um novo poster, com o núcleo principal de personagens:



Thor: Amor e Trovão chega aos cinemas brasileiro dia 07 de Julho de 2022.



Fonte: EW
Tradução e adaptação: Equipe CHBR.

Thor pode ser o deus do trovão e do relâmpago, mas quando se trata de sua vida amorosa, as faíscas não estão exatamente voando. O super-herói de cabelos dourados interpretado por Chris Hemsworth cresceu bastante desde que pousou na Terra em sua estreia no MCU em 2011. Ele salvou o universo inúmeras vezes, ele cresceu mais confiante como guerreiro e líder, ele até reconstituiu seu relacionamento conturbado com seu irmão (embora ele ainda não tenha perdoado Loki pela coisa da cobra).

Mas em Thor: Amor e Trovão que chega aos cinemas brasileiros no dia 7 de julho, nosso herói hercúleo ainda está incerto, ansiando por encontrar seu propósito neste universo amplo e caótico. E quando um rosto familiar retorna, empunhando um martelo igualmente familiar, Thor se vê enfrentando uma ameaça ainda mais mortal que Hela ou Thanos: um romance.

Amor e Trovão é o quarto filme solo de Thor, e pode ser sua aventura mais ambiciosa até agora. O diretor Taika Waititi ajudou a revigorar o herói asgardiano com o delicioso Thor: Ragnarok de 2017, e quando ele começou a pensar em uma sequência, tudo o que sabia era que queria empurrar o personagem para um território ainda mais inesperado.

“O que eu não queria era apenas fazer Ragnarok novamente, porque isso já foi feito”, disse Waititi à EW. “Eu precisava fazer algo mais interessante para mim mesmo para manter a coisa toda acesa e ter certeza de que estou me sentindo criativamente estimulado. Eu pensei, qual é a coisa menos esperada com essa franquia?”.

A resposta acabou sendo amor. Amor e Trovão é constituido de parte da extravagância dos super-heróis e parte comédia romântica, reunindo Thor com sua ex-namorada astrofísica Jane Foster (Natalie Portman). Desde que os dois se separaram, Jane provou ser digna de carregar o Mjölnir e assumiu o manto da Poderosa Thor. Ela se tornou uma heroína por direito próprio, com os músculos e cabelos loiros esvoaçantes para provar isso. (O filme em si se inspira nos influentes quadrinhos Mighty Thor de Jason Aaron e Russell Dauterman, que primeiro apresentaram Jane como uma heroína empunhando o martelo).

Boa parte de Amor e Trovão se baseia na última aparição de Thor em Vingadores: Ultimato, que encontrou o príncipe Asgardiano lutando contra a culpa e a dúvida. Em última análise, ele e seus colegas Vingadores triunfaram em sua batalha contra Thanos, mas parte dessa incerteza ainda permanece.

“Ragnarok parecia uma festa”, explica Waititi. “Foi bastante festivo. Este ainda é divertido, e tem momentos de exagero, mas tematicamente, é sobre algo um pouco mais profundo do que o último filme. Não é um filme sério e não é um drama, mas nós lidamos com ideias com as quais eu acho que muitos humanos lidam – temas universais sobre amor, perda e nosso lugar no mundo. Todo mundo meio que faz essa pergunta no filme: Qual é o seu propósito? Qual é a razão pela qual você é um herói e o que você faz quando tem esses poderes?”.

“É meio como um filme de crise de meia-idade, na verdade”, acrescenta Waititi. “Essa é a pergunta que fazemos a todos: estamos fazendo a coisa certa e estamos fazendo tudo o que podemos no mundo? Acho que agora, enquanto o mundo ainda está se recuperando dessa pandemia, é uma boa pergunta a ser feita. Tipo, ‘bem, estamos fazendo o suficiente para cuidar uns dos outros e cuidar de nós mesmos’?”.

Enquanto Thor procura por auto-realização, Jane não é o único rosto familiar que ele encontra. O próprio Waititi está de volta como o monstro do rock Korg, enquanto a Valquíria de Tessa Thompson abraçou seu novo papel como Rei de Asgard, governando o pequeno reino que seu povo fundou depois que o reino original foi destruído. De certa forma, segundo Waititi, Valquíria está prosperando como rei, mas passar do campo de batalha para a burocracia exigiu alguns ajustes. “Ela tem que fazer todas as coisas que eles nunca falam quando normalmente você tem que governar um povo, que é lidar com toda a infraestrutura, descobrir a economia e receber a visita de políticos de outros países”, explica ele. “Então, ela está gastando muito tempo sem lutar, e todas as suas novas batalhas têm a ver com governar seu povo”.

Amor e Trovão também apresenta vários recém-chegados, embora o diretor seja mais discreto sobre seus papéis. Christian Bale está interpretando o nefasto Gorr, carniceiro dos deuses, e Waititi elogia o desempenho de Bale, chamando-o de “muito formidável”. “Pessoalmente, acho que ele é provavelmente um dos melhores vilões que a Marvel teve em seus filmes”, acrescenta Waititi. “Ele é muito versátil”.

Waititi é ainda mais reservado sobre o papel de Russell Crowe como o deus Zeus, mas provoca que Crowe desempenha o papel de “uma maneira que você nunca viu Russell antes”.

“Considero Russell um amigo e esqueço que tenho alguns amigos que são realmente incríveis no que fazem”, diz Waititi com uma risada. “Quando eu estava no set com Russell, eu estava tipo, ‘Oh merda, isso mesmo! Você é Russell Crowe! Você é um ator realmente incrível!'”.

Se Ragnarok foi uma ópera espacial inspirada nos anos 70, Amor e Trovão tem uma vibe de aventura mais dos anos 80. Visualmente, Waititi diz que algumas de suas maiores influências foram “posters de filmes de coisas como Conan ou Beastmaster e a arte extravagante que você vê em vans em Venice Beach”. Mas, em última análise, ele diz que seu principal objetivo era entregar uma sequência tão grande, ousada e hilária quanto Ragnarok – se não maior.

“Acho que a maior diferença seria que foi minha primeira vez jogando no poço de areia da Marvel em Ragnarok”, diz Waititi. “Neste aqui, senti que tenho um pouco mais de experiência e sabia como filmar com muito mais eficiência”. E ele sabe que, às vezes, um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar.



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