Na semana passada, Chris Hemsworth deu várias entrevistas enquanto estava em Nova Iorque e uma delas foi para a GQ Brasil. Chris contou à revista que prefere o tempo que gasta viajando de um lado ao outro do Globo do que morar perto “do trabalho”.

“Morei nos Estados Unidos por dez anos, mas minha mulher e eu temos três crianças e não queríamos que eles morassem em Hollywood. O plano era que eles tivessem uma vida ao ar livre”, diz Chris, por telefone, sobre ter escolhido morar em Byron Bay, na Austrália.

Ao ser perguntado se estava cansado de interpretar Thor nos cinemas, chris respondeu, “Amo os filmes de ação e de super-herói que faço. Mas gosto dos outros gêneros também”, diz ele, antes de soltar um riso. “Assisto muito de tudo.” chris ainda completou, ” Todo papel é desafiador: a preparação, a filmagem, os eventos de divulgação… Coloco o meu coração e a minha alma e faço o melhor que posso, tentando não me contaminar pelo que dizem do lado de fora”, diz.

E Chris também contou à revista como se sente ao seu famoso “sexy appeal“,“Estar confortável na minha própria pele faz com que eu me sinta sexy. Gosto do processo de me cuidar, me aprontar para um tapete vermelho, mas sou um cara relaxado. Amo estar com os pés na areia,” conta.

Chris também comentou sobre a cena do surf no Brasil, “Nunca estive no seu país, mas minha esposa já”, diz ele sobre Elsa, que veio ao Rio promover “Velozes e furiosos” em 2011. “Vocês têm alguns dos melhores surfistas do mundo, estão mandando nos campeonatos. Acompanho muito o Gabriel Medina, o Ítalo Ferreira e o Filipe Toledo. Adoraria encontrá-los no Brasil para surfarmos juntos.”

Porém, infelizmente, o Brasil não tem chamado a atenção do ator só pelo surf e pelas nossas praias. As recorrentes queimadas na Amazônia no decorrer do ano também chamaram sua atenção. Chris inclusive compartilhou um post em seu Instagram sobre o assunto, divulgando a organização Earth Alliance, que reuniu fundos para ajudar na proteção da Amazônia:




Para a GQ Brasil Chris declarou, “A luta contra o aquecimento global é uma das causas que me move. É uma conversa importante que as novas gerações estão tendo. Isso é bem urgente, tem a ver com o futuro dos nossos filhos. Acompanhei essa tragédia (os incêndios). É muito triste, pois a Amazônia é o pulmão do nosso planeta.”

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